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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Frozen: uma Aventura Empolgante

Ah, esses dois iriam dar muito certo.
   Ontem de noite minha mãe decidiu do nada que iria realizar o desejo de minha irmã de ir ao cinema e matar a vontade dela mesma de conhecer esse tal de filme 3D. Nos arrumamos rapidamente e fomos ver ao filme Frozen: uma Aventura Congelante. No começo não fiquei empolgado para ver o filme, o trailer não revela muito e parecia ser um filme bem idiota (na minha opinião). Saber que o Fábio Porchat iria dublar um personagem me deixou menos empolgado ainda.
   Mas para minha surpresa, o filme é realmente muito bom! Mais um clássico Disney, que me lembrou bastante A Origem dos Guardiões e não é qualquer filminho que me lembra A Origem dos Guardiões.
 O filme tem uma história muito bonita, é original ao falar dos velhos clichês e tem uma dose de humor (na medida certa) fantástica. Recomendo aos que forem assistir que assistam em 3D. Não sou muito fã de ter que usar um óculos por cima do outro, mas esse filme tem muitos efeitos legais. Enfim, os filmes de contos de fada da Disney não precisam de muita propaganda, são cabulosamente incríveis e ponto final.
   Os personagens que achei mais cativantes foram o boneco de neve Olaf, mesmo com a voz do Porchat, e a Princesa Elsa que possui muitos conflitos internos e nem tem uma posição exata no filme. Quem assistiu me responda, a Elsa é uma vilã? Uma coadjuvante? Uma protagonista? O que ela é? 
Sem falar que em lembrei muito do filme A Origem dos Guardiões, tanto que já disse isso três vezes nesse post, (rs). Mas a semelhança foi tão bacana para mim que devo fazer uma fanfiction de um crossover entre os universos. Qualquer dias desse posto e compartilho o link por aqui.
Enfim, vão aos cinemas ver Frozen: uma aventura congelante e se divirtam de montão!

   No mais, desmontei só hoje o presépio e a árvore de Natal, também tirei o gorrinho de Papai Noel do título do blog, estou me acostumando com o chapeuzinho coco, mas me digam o que vocês acham.
Esqueci de dizer no último post, mas nesse fim de semana, alguns amigos que faziam o Curso de Verão comigo disseram que eu devia trabalhar na área da dublagem. Eles não fazem ideia de como gostei de ouvir isso. Eu bem que queria trabalhar nessa área, mas devido as complicações e a vontade de Deus, vamos deixar que o tempo responda, ou o sonho fica para ser apenas sonhado.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Cartas do Papai Noel

Papai Einstein ou Albert Noel?
   Acabei de ler o livro Cartas do Papai Noel de J. R. R. Tolkien que encontrei "garimpando" na Livraria Cultura (Brasília - DF). O livro tem a seguinte história: Todo ano, os filhos do mestre Tolkien escreviam para o Bom Velhinho pedindo seus presentes, Tolkien então os respondia fingindo ser o Noel e contando alguns fatos que acontecerem no Polo Norte, desde as trapalhadas do urso Polar do Norte, seu ajudante, até batalhas épicas entre os elfos e os trasgos.
   Sendo o livro de quem é, não precisa de elogios ou comentários, mas confesso que fiquei encantado com a leitura, o livro faz um apanhado das cartas com desenhos feitos pelo próprio Tolkien. O mais bacana ainda é que ano a ano, vamos acompanhando o crescimento dos filhos, desde quando John começou a escrever, passando pelo nascimento de Christopher e encerrando com a última carta à caçula Priscilla Tolkien.
   Não basta eu gostar tanto do Tolkien, agora me deparo com esse livro onde o protagonista é minha figura lendária predileta. Achei o livro uma pérola para minha coleção! Já pensou, você escreve para o papai Noel e ele te responde como se você fosse um amigo próximo? Esses meninos não fazem ideia de como estavam bem servidos.
   Enfim, gostei muito do livro e recomendo a todos os admiradores de Tolkien. Acho também o exemplo mais que válido. Os pais poderiam criar esse troca de correspondências entre os filhos e Noel. É bom para o desenvolvimento da escrita deles... Christopher Tolkien é a prova viva disso!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O Natal do Blogueiro

O que vale é a criatividade, não?
   Minha celebração natalina foi bastante interessante. Nas vésperas do Natal, li o livro O Natal do Avarento (A Christmas Carol), do Charles Dickens, hábito que tenho todo ano durante essa festa. Essa leitura, embora fale de fantasmas natalinos, ajuda-me bastante a viver o espírito natalino. A cada leitura, descubro um detalhe diferente, mesmo que o livro seja tão pequeno e simples. Reparei que toda vez que leio, foco meu olhar numa figura diferente, o ano passado havia sido o pequeno Tim e já esse ano foi o bem humorado sobrinho Fred. Acho cada personagem riquíssimo e cheio de vida e personalidade.
   Também iniciei a leitura do livro Cartas do Papai Noel, do grande mestre J. R. R. Tolkien, mas como não pude terminar ainda, deixarei para comentar num próximo post.
   No que diz respeito à espiritualidade, participei da Missa na capela de meu bairro, que foi sua Missa de estreia desde que tinham sido interrompidas às celebrações para a instalação do forro. A celebração foi muito bonita, e o forro que antes não existia ajudou a beleza da solenidade ainda mais.
   Depois da Missa, fui para casa onde seria a ceia de Natal, eu mesmo fiz questão de preparar a mesa e deixar tudo impecável, com o que tinha à disposição, é claro. Como somente minha família (pai, mãe e irmãos) iríamos cear, já que meus parentes estão todos brigados e não aguentam conviver entre si, convidamos uma família amiga nossa e eles toparam prontamente. Tínhamos combinado um pequeno amigo secreto e eu saí com minha mãe e ela comigo, dei à ela bombons e ela me deu duas camisetas (que me deixaram decepcionados, mas acho que o relógio de bolso será o único presente bacana que ganharei num amigo secreto). Já que ninguém fez a piada do pavê, eu mesmo tive que fazê-la, como eu ia reclamar da piada do pavê nas redes sociais se ninguém tivesse feito? (rs).
   Acordei de manhã com minha irmã trazendo os presentes que Papai Noel nos trouxe, como minha mãe não pode dar nossos presentes sem ter que dar para ela (minha irmã) também, assim ela ficaria com dois presentes, o Bom Velhinho acaba por dar presente para nós três, mesmo sem que escrevamos cartas. Acontece que depois das camisetas de ontem, eu não estava esperançoso de ganhar algo bom. Abri o pacote bem sem gracinha e me deparei com um Tablet, gostosura do capitalismo que eu desejava há tempo e só não comprei antes por preguiça. Minha irmã ganhou uma bicicleta (a empurrei e soltei, vi seus primeiros metros sem a ajuda das rodinhas) e meu irmão ganhou o roteador Wi-fi que ele tanto queria, o que foi muito conveniente para mim. Dei ao meu pai bombons de conhaque e à minha mãe as Cartas de Santa Faustina.
   Depois da Missa do dia, fomos almoçar na casa da família que ceou com a gente na noite anterior. Comi tanto coração de galinha que não consegui almoçar. Fui para casa "brincar" com meu presente e depois fui visitar a chácara que essa mesma família comprou, um bom lugar a propósito.
   Agora, estou meio gripado, acredito que a culpa seja ou do ventilador potente ou da parede úmida (talvez até da mudança repentina de clima). Mas o que me fez rir foi lembrar, ao usar um lenço, de Scrooge reclamando, "porcaria de Natal que só serve para me deixar resfriado".

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal!

Uma imagem que muito me agrada

   Chega enfim uma das minhas datas prediletas do ano. A decoração, as luzes, os presentes, as festas e... Jesus Menino que nasce, o mais importante de tudo e o ponto central dessa festa!
Independente de você acreditar ou não no Menino Deus, o Natal é uma festa de renascimento, de mudança. Espero que nesse Natal seu coração seja como o de Maria Santíssima que via tudo aquilo e meditava em seu coração, espero que você não se encha de um espírito vazio e passageiro, mas que a esperança e alegria em seu coração seja como a de uma criança que corre para os pés da árvore de natal para ver o que Papai Noel lhe trouxe.
    Desejo por fim, a você e toda sua família, meu caro leitor, que esse seja um Natal de amor entre os seus e para com todos. E citando Tiny Tim (A Christmas Carol) dou meus votos para esse Natal:

"Que Deus abençoe a todos!"
Um Feliz e Santo Natal!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Amigo Secreto e Navios...

Navios ingleses enfrentam navios russos em defesa de Portugal, em 1808.
   Que me desculpe a Páscoa, festa mais importante do ano para os cristãos, mas gosto muito mais do Natal. Acho o clima que essa festa propõe muito reconfortante. Com os cansaços do ano, recebo um alívio tão aconchegante quanto o colo de uma mãe. Sem falar nas tradições natalinas: amo o Papai Noel, adoro montar o presépio, a árvore de natal e colocar a guirlanda na minha porta, tudo tem um significado sublime. Também costumo ler O Natal do Avarento (A Christmas Carol) do Charles Dickens na semana do Natal. Mas uma coisa que também não posso deixar de fazer é brincar de amigo secreto... brinco com a família, com os colegas de escola/faculdade, com as pastorais da Igreja e onde mais der.
   Hoje foi a revelação do amigo secreto da minha turma de Letras. Alguns professores participaram e fizemos uma festinha com salgadinhos, torta e pudim. Acho importante fazer essas coisas pois o tradicional amigo secreto (e não essas besteiras de amigo da onça, amigo chocolate e etc que inventam por aí) força as pessoas a se aproximar a reparar no outro e tentar conhecê-lo melhor.
   Esse ano saí com minha amiga Ludmilla, que por sorte eu já conhecia bem, e decidi aprontar um pouco antes. Comprei uma bela caixa de presente e coloquei um batom fajuto nela, já que ele é alérgica. Quando abriu, viu um batom solitário por cima de um monte de papel higiênico, quando tirou, viu um belo cocô (uma réplica de argila muito real). Depois que ela se assustou (já que ninguém imagina uma segunda peça depois da primeira), eu finalmente dei o livro Árvore e Folha do J. R. R. Tolkien que havia comentado num post anterior.
   Fiquei muito feliz de saber que ela não tinha esse livro, fiquei tão preocupado, imaginando que ela poderia ter esse livro que sonhei diversas vezes comigo indo procurar um livro que ela não tinha, mas todos na livraria ela tinha. Concordo, um pesadelo estranho, bizarro e horrível! (rs).
   Já quem saiu comigo também foi outra grande amiga, a Thattiely, que tem um texto em sua homenagem nesse blog. Ela me deu um belo relógio de bolso com o desenho de um navio de cordas na tampa. Fiquei pensando em tudo aquilo. O que esse barco tem a ver comigo? Cheguei a conclusão de que existem três significados para esse barco, e que os três dizem bem de mim.
   O primeiro e mais óbvio é de que o navio representa a Igreja, que leva todos à águas mais profundas com o Papa ao leme e Cristo acalmando as tempestades que tentam em vão afundar o barco. Existem diversas pinturas (e outras formas) que representam a Igreja como um navio. Daí que o lugar onde os fiéis se sentam dentro da Igreja se chama nave, de onde também veio o nome para as naves espaciais que parecem barcos que voam... ma isso é outra história.
   O segundo é o de exploração. Quando pensamos em navios, logo pensamos em partidas, viagens, busca por um novo mundo, descobertas, batalhas e tesouros. Acho que tudo isso tem a ver com minha história, com minhas partidas, minhas viagens, minha busca por conhecimento, minha busca por Deus, minhas batalhas pessoais e o tesouro que Deus me dá e a Igreja guarda: os sacramentos, sobretudo o da Eucaristia e da Confissão, sem eles eu já teria afundado.
   O terceiro é uma teoria, mas estou estudando a origem da minha família, ao que tudo indica, ou sou de origem italiana ou de origem ibérica (possivelmente espanhola). O barco representam a viagem que meus antepassados fizeram até essa Terra de Santa Cruz. 
Gostei muito do presente! Embora eu gostassem muito de brincar de amigo secreto, nunca tinha ganhado um bom presente de amigo secreto, até o dia de hoje.

sábado, 14 de dezembro de 2013

A Propaganda de Natal mais épica da história!


   Sou um puxa-saco de plantão da Coca-Cola. Adoro todos os comerciais dela, sobretudo os de Natal. Mas esse ano achei o comercial muito fraquinho. Um Papai Noel 3D magrinho e fajuto lendo uma mensagem parecida com as dos supermercados da cidade quando fazem propaganda de Natal também. Em compensação a O Boticário fez esse comercial maravilhoso que mostra uma coisa muito importante no Natal, mas muito esquecida: a família. 
   Natal é tempo da família estar unida em oração. O vídeo de um garotinho que só quer seus pais junto novamente é brilhante. Há quem critique e diga que isso está errado, mas é gente magoada que não sabe como é bom ter uma família que se ama.
   Como disse, Natal é tempo de família unida em oração. Ao que parece, faremos (minha família e eu) a nossa ceia de Natal aqui em casa mesmo, sem os parentes barraqueiros. Espero uma ceia bonita com muita alegria. Até faremos um amigo secreto entre nós cinco.
   Meus parabéns à equipe de marketing da O Boticário! O prêmio desse ano é de vocês!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Anapolinos em Brasília

Banca de jornais que encontramos na Candangolândia
   Nessa terça-feira (10/12), viajei à Brasília com alguns amigos historiadores e católicos para assistirmos à palestra do Prof. Roberto de Mattei sobre os bastidores do Concílio Vaticano II. Fomos bem adiantados, pois sabíamos que íamos os perder. Dito e feito. Em Brasília, se você errar ao menos uma entrada, terá de andar o triplo do que iria andar.
   Mas, ainda sim conseguimos chegar cedo o bastante para passearmos pelo shopping Iguatemi, um shopping muito bonito, mas onde tudo é muito caro. A Livraria Cultura, onde foi a palestra, é uma espécie de céu na terra. Dois andares com tudo, absolutamente tudo, que você estiver procurando.
"Garimpando", encontrei dois livros do Tolkien: Árvore e Folha e Cartas do Papai Noel. Fiquei muito feliz e acabei comprando (do primeiro foi um para mim e outro para meu amigo secreto). Além de algumas HQ's que encontrei por lá.
   Depois de fazer um rombo na minha conta bancária (rs), fomos finalmente ver a palestra que foi muito interessante. O Prof. Mattei possui uma ótima pronúncia de português e ideias bastantes diferentes do normal que eu estava acostumado a ver. É claro que muitos o criticam pelo seu ponto de vista, extremamente conservador, mas acredito que é muito importante conhecer todos os lados da moeda.
   Comprei o seu livro Apologia da Tradição que é um post-scriptum do livro Concílio Vaticano II: uma história nunca escrita que vou pegar emprestado com um dos meus amigos que comprou. Quem mandou fazer uma palestra numa livraria cheia de livros maravilhosos? (rs). Após a palestra, houve um momento para fotos e autógrafos, enquanto isso foi servido um buffet. Os funcionários da Livraria Cultura estão de parabéns pelo atendimento e todo o pessoal do Instituto Plínio Correia está mais de parabéns ainda pela organização, carinho e atenção. 
   Depois de vinte minutos na fila (tinha gente pra burro), eu finalmente puder pegar meu autógrafo e tirar um foto com o prof. Roberto de Mattei. Logo depois fomos embora, já eram dez horas da noite,  e ao pararmos num posto de gasolina na Candangolândia para abastecer, uma fumaça estranha começou a sair do carro. Não sei o que aconteceu, pois não entendo nada de mecânica, mas tivemos que passar a noite ali mesmo até que uma oficina mecânica estivesse aberta.
   Nunca pensei que a vida noturna fosse algo tão conturbado. Comi um hambúrguer no McDonald's e sentei para esperar. fazia muito frio, mas eu tinha um gorrinho de Papai Noel para esquentar minhas orelhas. Um sujeito estranho chegou e depois de tentar nos ajudar, foi se encontrar com um outro sujeito (vestido de policial) e trocaram um pacote misterioso de um porta-malas para outro. Ambos partiram e um terceiro carro chegou, era um casal de adolescentes que estavam muito bêbados. O rapaz (que dirigia muito bem, por sinal) estava louco para ter relações sexuais com a menina que amassava e acariciava loucamente. Quando viram que não estavam sozinhos, foram embora. Continuamos ali e já às três da manhã, um trio de trombadinhas armados com facas assaltaram o frentista do posto, bem ali na nossa frente, eu estava cochilando e acordei assustadíssimo com o alvoroço dos meninos que tinham visto tudo. A polícia chegou depois, mas não resolveu muita coisa.
   Passadas as loucuras, o dia amanheceu e eu perambulava pelo posto. Estava completamente sem sono. Voltar para aquele carro, tendo as pernas do tamanho das minhas, era um tormento. Os funcionários do McDonald's que me atenderam de noite ainda estavam lá, limpando o restaurante.
De manhã procuramos uma oficina mecânica e um copo de café. Um número espantoso de banquinhas de café são montadas pela avenida a fim de atender os candangolenses que saem para trabalhar. Já eram duas da tarde quando o carro ficou pronto. O mecânico (que Deus o abençoe) foi super gentil e camarada ao cobrar a tacha de serviço.
   Quando chegamos em Anápolis, uma chuva gelada nos recepcionava. Deitei e dormi até hoje, às seis da manhã. Com sono reposto, agradeço o passeio (que apesar do pesares foi ótimo) e a companhia dos meus amigos Tobias, Daniel, André e Rogério. Foi tudo muito compensador, e todos os livros que comprei me relembram isso, mas não pretendo voltar à Brasília tão cedo, (rs).