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quinta-feira, 11 de junho de 2015

A Voz de Saruman

Christopher Lee deu vida ao mago Saruman em seis longa-metragens.
   Sir Christopher Frank Carandini Lee faleceu nesse dia 7 de junho de 2015, aos 93 anos no hospital Chelsea e Westminster, em Londres, onde estava internado por problemas de insuficiência cardíaca e respiratória.
   Quando celebridades morrem, é costume das pessoas se compadecerem e se tornarem fãs do trabalho daqueles que nunca conheceram em vida. Com Christopher Lee não foi diferente, teve até entendidos que em lágrimas comentaram "Sua interpretação de Gandalf é ótima". Tem quem tenha achado a confusão dos fãs recentes engraçada, eu achei vergonhosa (para não dizer deprimente).
   A morte de Christopher Lee me deixou realmente chateado. Não digo isso por fazer parte do grupo que acabei de criticar, eu realmente achava o trabalho de Lee excepcional.

   Christopher Lee era um excelente ator. Daqueles que vêm para Hollywood direto dos teatros shakespearianos do Reino Unido, cheios de amor pela Literatura. Além de ser ator, ele também era cantor e escritor, em outras palavras, um homem apaixonado pela arte e repleto de talento que veio para tornar o mundo um local mais bonito, tal como só os grandes artistas o fazem.
   Como disse, o ator que dá vida a Saruman era um homem apaixonado por literatura. Ele teve a honra de conhecer o professor Tolkien pessoalmente. Lee disse que caiu de joelhos sem palavras quando viu o criador da Terra-Média pela primeira vez. Ele sempre falou de J. R. R. Tolkien com muita reverência.
   Com aquele tom gótico próprio dos entusiastas do período vitoriano, Lee trabalhou em grandes filmes de terror (chegou a encarnar o Conde Drácula mais de uma vez) e também se dedicou ao metal progressivo, o que lhe conferiu o título de "Metal Knight". Sua versão da minha música rock favorita (a saber "Ghost Rider in the Sky") arrepia minha espinha sempre que ouço (escute aqui).

   Em seus noventa e três anos de vida, Lee tem uma ampla carreira artística que tem início em 1940! O curioso é que por seu estilo, sempre fez vilões icônicos: Saruman, Drácula, Conde Dooku, deu voz ao Jaguadarte e, o mais assustador de todos, o dentista pai de Willy Wonka. Apesar disso, Christopher Lee era um homem muito bom, querido por todos que com ele trabalhava.
Paixão pelo seu trabalho e uma boa relação com seus colegas, esses são os segredos para a imensa carreira de Lee que até um ano atrás trabalhava nas gravações de "O Hobbit" e gravava um disco de Heavy Metal. Só alguém que amava seu trabalho como Christopher Lee continuaria trabalhando até os últimos dias de vida.

   Não foi por acaso que eu intitulei esse texto assim. Esse é o mesmo título dado ao capítulo X do livro III de O Senhor dos Anéis. Na obra de Tolkien, a voz de Saruman era algo fantástico, mágico e temível. E só a voz de Christopher Lee pode cumprir com essa descrição.
   Hoje, estou em luto. Porque o mundo perdeu um grande talento artístico, porque os sets de Hollywood e os palcos de Londres perderam um excelente ator e porque nós perdemos a voz mais bela que existiu. Sem essa voz, o silêncio do luto não é nada reconfortante.

   Mas seguimos em frente prometendo que nunca iremos esquecer do Sir Christopher Lee, o "Metal Knight", a voz de Saruman. E esperamos que os anjos se alegrem ao ouvir sua voz no Céu, como ele cantava em uma das suas incríveis interpretações musicais (ouça) dos poemas de Tolkien:
Ah! the wind and the whiteness and the black branches
of Winter upon Orod-na-Thön!
My voice went up and sang in the sky.
(Treebeard's Song)

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Khaled, Matisyahu e muito tempo à toa

"Trust me, I'm the Doctor".
   Sabe aquele determinado tempo do ano escolar que não faz parte nem da magia dos primeiros dias de aula e nem da correria da semana de prova? Pois é, estou vivendo nesse limbo de marasmo há um tempinho, e no meio desse paradão todo, muita coisa deveria ser feita, mas creio que não estou aproveitando bem o tempo.
   Sem muito o que fazer, acabei navegando sem rumo pela internet, foi aí que conheci dois cantores que me despertaram minha atenção por suas excentricidades, são eles Khaled e Matisyahu.
   Cheb Khaled é um cantor argelino, com um estilo meio pop (chamam de Raï). Ele é o cantor árabe mais ouvido do Brasil, e muito querido pelos turcos que habitam o país, sobretudo minha cidade que tem até uma mesquita e nomes de ruas árabes. recomendo que escutem duas de suas melhores músicas: El Arbi (veja aqui) e Ces't la vie (veja aqui). Já virei fã e baixei todos os discos dele! (rs).
   Matisyahu, cujo verdadeiro nome é Matthew Paul Miller, é um judeu norte-americano que canta uma mistura de reggae com beat-box, mas em aramaico. Ele teve contado com o pensamento hippie na juventude e segundo sua fé, disse ter encontrado Deus, que preencheu o vazio que sentia em sua vida. Desde então, Matisyahu usa suas músicas para propagar as ideias da Chabad Lubavitch. Ele é meio que o Padre Periquito dos judeus, como diria o Arnaldo, arquivista do CEDOCH (UEG).
Agora, se antes ele tinha todo um visual de judeu ortodoxo (de barba e chapéu), seu visual atual me deixou bastante desanimado, com certeza é difícil saber o que se passa na cabeça dele. Seus clipes que mais me agradam são respectivamente: Jerusalém (veja aqui) e King without a Crown (veja aqui).

   É, pessoal... parece que estamos no tempo das vacas gordas, mas quando chegar a época das vacas magras, que Deus nos acuda!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Um estudo sobre o viaduto Nelson Mandela

Viaduto Nelson Mandela, o mais novo cartão postal de Anápolis.
    Desde que vi (um dia depois da inauguração) esse belíssimo viaduto que separa as avenidas Brasil e Fayad Hanna, onde antes era uma rotatória em que aconteciam muitos acidentes e engarrafamentos, fiquei com vontade de fazer um texto falando o que achei. Nunca criei coragem para sentar e escrever, mas decidi fazer isso logo antes que essas chuvas derrubem o monumento mal feito.
    Com a assinatura do atual prefeito petista (porque todo mundo tem um defeito) Antônio Gomide, que vem investindo pesado em cartões postais para um a cidade sem símbolos e memória, o viaduto foi projetado pelos brilhantes artistas plásticos Sílvio Morais e Brás de Pina, digo "brilhantes" porque o viaduto ficou muito bonito, e porque já conheço outros trabalhos do Sílvio de Moraes, como o painel da igreja Nossa Senhora d'Abadia e o painel da capela episcopal da Diocese de Anápolis. O viaduto possui a extensão de trezentos e vinte metros e consumiu vinte toneladas de metal para ser construído. Gastando 14,5 milhões do cofre público para melhorar um trânsito por onde passam em média 4, 5 mil veículos por hora.
    Na hora de batizar a criança, houve discussão, já que alguns vereadores queriam que o elevado tivesse o nome do ex-vereador e ginecologista, Dr. Cláudio de Paiva (falecido no dia treze de setembro do ano passado), que foi um dos fundadores do PFL (hoje DEM), secretário de saúde e, mais recentemente, chefe de gabinete do prefeito Pedro Sahium, além de em 2010, ter seu nome cotado para o cargo de vice-governador na chapa de Marconi Perillo. Os vereadores petistas não aceitaram tal nome e se aproveitaram da comoção mundial gerada pela morte de Nelson Mandela para empurrar o nome do Lula versão afro para batizar o viaduto. Por mais que o vereador Valdair de Jesus ("frei" é uma pinoia) tenha se manifestado contra a escolha, baseando-se na regra que existe na câmara de que só pessoas relacionadas ao município de Anápolis podem ser homenageadas dessa forma, ninguém deu ouvidos e o nome do Morgan Freeman Nelson Mandela foi escolhido para batizar o mais novo cartão postal da cidade.
   Aqui entro com minha análise, antes era só para localizar os leitores, (rs).
Qualquer artista, seja escritor, pintor ou artista plástico, sabe que não se pode dar um nome a uma obra sem vê-la depois de pronta. É preciso terminar o livro para só depois por um título. Sendo assim, depois de contemplar o viaduto pronto e iluminado, quero dizer que o nome Nelson Mandela não é adequado e gostaria de propor um novo nome.
   Não sei o que os artistas Sílvio Morais e Brás de Pina pensaram enquanto fizeram o desenho do obelisco no centro do viaduto, mas (se me permite a piada) Sigmund Freud explicaria como um materialização do desejo sexual inconsciente dos artistas. Os anapolinos (não, por mais que tenha uma lógica gramatical, não se diz "anapolitanos") que passaram pelo monumento devem ter percebido que ele é formado por uma imensa "pica de metal" (não consegui achar outro termo) que penetra numa argola de mesmo tamanho. Não há mente que não pense em besteira ao ver isso! Para piorar, ele ainda muda de cores, fazendo um verdadeiro arco-íris.
   Já que é um mistério o porquê dessa silhueta, eu usaria outro nome que tenha mais a cara do monumento e o chamaria de "Viaduto Clodovil Hernandes", já que só se pode homenagear políticos.
Lembro-me do Clodovil e, por mais novo que eu fosse, achava ele um cara legal. Sempre cheio de polêmicas, ele tinha um código de ética e o seguia retamente. Era gay, mas (mesmo sendo polêmico) era um cara coerente. Lembro de escutar ele se apresentando "Meu nome é Clodovil: 'Clô' para os mais íntimos, 'Dô' para qualquer um, e 'Vil' para os inimigos" (não tenho a referência porque ouvi isso quando pequeno). Além do mais, ele não era do PT e isso já é um ponto positivo, (rs).
   Talvez alguns dirão, "Sendo assim, seria melhor por o nome 'Viaduto Jean Wyllys'". Para esses eu responderia que não. Como dito, uma imensa "pica de metal enviada num aro" (a droga da coluna central ainda tem um corte no meio) é algo que faz lembrar o Clodovil. Algo mais parecido com o Jean Wyllys seriam várias "picas de metal", cada uma apontando para um ponto da cidade, exprimindo assim o desejo do deputado militante de que todos os cidadãos tenham uma pica em suas argolas. O monumento que lembra o pecado privado faz mais a cara de quem pecava privadamente, o outro deputado quer é uma campanha sodomita onde todos façam o que ele acha que é bom, sendo assim, acho que o atual viaduto não faça muito a cara dele. Mas fica aqui a ideia para os artistas plásticos que queiram criar um outro viaduto, (rs).

   Bom, espero ter destruído a imagem do maior e mais novo cartão postal anapolino. Porque tenho certeza de que todos que lerem esse texto vão se lembrar das coisas que disse ao passarem pelo viaduto. Deixo essa trollagem como minha pegadinha oficial de 1° de abril.

domingo, 9 de março de 2014

300: A Decadência do Império

"Nossa, Xerxes. Que mãos grandes você tem!"
   Ontem fui assistir essa obra cujo trailer prometia muito e deixo aqui minha opinião de merda sobre o filme. Embora eu considere 300 a pior hq do Frank Miller, gosto bastante do filme, obviamente, fui ver esse segundo com muita empolgação.
   Ao contrário do que todos os trailers, cartazes e até o próprio título do filme prometiam, o filme não fala praticamente nada da história do Xerxes e do Leônidas. Só tem um curto flashback mostrando a história de Xerxes, por que ele era tão recalcado, e o Leônidas, que já aparece morto.
   Podemos dizer que o filme já foi decepcionante nisso. Não tivemos nosso espartano favorito (depois do Kratos) soltando nenhuma de suas pérolas como "Essa noite, jantaremos no inferno" ou "Isto é Esparta". Ou o Rodrigo Santoro de três metros, todo depilado e coberto de ouro falando "Eu sou bom" com aquela voz satânica.
   Mas acalmem-se, só achei que o filme não cumpriu o que prometeu no trailer ou no nome. O império persa não estavam tendo uma ascensão, nem o grego, estava ambos em decadência (perderam tropas e no caso da Grécia, Atenas). Mas convenhamos que se o filme tivesse o nome desse post, ele não venderia muito, (rs). O filme é na verdade os bastidores de 300. Mostrando o que os gregos fizeram enquanto Leônidas e seus guerreiros estavam nas Termópilas.
Sendo assim, o deus-rei interpretado pelo brasileiro aparece pouquíssimas vezes (beijinho no ombro!).

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Super bowl Commercials 2014

Esse, meus caros, é o comercial mais épico da história!
   No dia 02 de fevereiro, aconteceu nos Estados Unidos a quadragésima oitava versão do "Super bowl", a final do campeonato de futebol americano. Mas vocês devem estar se perguntando o que isso tem haver com alguma coisa. Como vocês já sabem, eu gosto muito de comerciais, principalmente aqueles comerciais que são muito bem bolados. No caso do campeonato "Super bowl", o país inteiro assiste a final, e por isso o espaço publicitário é o mais caro do mundo. Para vocês verem como é caro, trinta segundos de espaço publicitário custam 10,8 milhões de reais. Sendo assim, os comerciais que são transmitidos nesse espaço são só os mais incríveis, para fazer esse dinheiro valer a pena. Vi alguns dos comerciais e achei incrível! Por isso, vou apresentar os mais épicos aqui.

Toyota Highlander


   O que há de mais incrível do que Terry Crews (Julius ou Lattrel) dançando todo solto com os Muppets? Esse comercial foi muito feliz ao combinar essas duas figuras. Os Muppets estão voltando para o sucesso, graças ao novo filme. Enquanto Terry Crews dançando é algo fenomenal em qualquer lugar! Veja ele dançando em cima da mesa como Julius, ou por duas vezes em As Branquelas e ainda numa rápida cena de Click. Sério, alguém dê um Oscar para o gênio do marketing que bolou isso!

Jaguar 2014


   Já percebeu como nos filmes de Hollywood os vilões são interpretados por britânicos? Pois é, o novo comercial do Jaguar nos dá três exemplos de excelentes vilões (Mark Strong, Ben Kingsley e Tom Hiddleston) e conta o que é preciso para ser como eles. O último item da lista é dirigir um Jaguar. Ah, sim! É bom ser mal.

Bud Light


   Um cara que não é ator, é inserido numa armação de vários atores onde acontecem uma série de coisas anormais, além de todo mundo beber a cerveja Bud Light. No final dessa loucura esse cara tem que jogar tênis de mesa (pingue-pongue para os leigos) com Arnold Scwazeneger. É a cerveja Bud Light seja para o que for.

Soda Stream


   Esse ganha um prêmio pela beleza e coragem. O aparelho que cria uma gostosa soda rápido, de forma prática e sem açúcar tem como garota propaganda ninguém mais, ninguém menos que Scarlett Johansson que depois de tomar um gole no canudinho de uma forma muito sensual, alfineta as duas maiores fábricas de refrigerante do mundo. Desculpem-me, Coca e Pepsi!

Kia K900


   Por último, o comercial mais épico da história mundial. Nós temos Morpheus (Matrix) "acordando" um casal para a realidade e mostrando um carro que fará com que eles nunca mais compreendam o luxo da mesma forma. O carro é a cara do luxo, e o som do luxo é Morpheus contando ópera. Uma cena super épica, com algumas referências à Matrix. Esse comercial é tão incrível que tenho vontade de emoldurá-lo e por numa parede. Cara, quem bolou esse comercial tem que receber o prêmio Nobel!

   Essa foi minha lista e meus comentários para vocês, espero que gostem e se divirtam vendo cada um. Sei que não faz muito a cara do blog essas postagens, mas não é a primeira vez que comento um comercial de que gostei aqui.
   Faltam poucos dias para encerrarmos o ano letivo atrasado na faculdade. Acredito que as próximas semanas vão se tornar um pouco apertadas por causa dos trabalhos e provas. Também acredito que isso fará com que minha frequência de postagem diminua, mas saibam que sempre que eu puder, farei uma postagem.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Ao Mestre com carinho

Stanley Martin Lieber - Excelsior!
   Hoje, Stan Lee completa noventa e um anos de idade. Se você, não sabe quem ele é, eu te digo que esse senhor foi o criador do Homem-Aranha, Quarteto fantástico, X-Men, Hulk, Demolidor, Thor, Homem de Ferro, Dr. Estranho e os Vingadores. Se você ainda não souber quem é, dou mais uma dica: ele é o carinha que aparece em cenas rápidas em todos os filmes da Marvel.
   A verdade é que eu queria demonstrar a minha gratidão a esse senhor. Ele criou o Homem-Aranha (baseado nele), meu maior herói da infância (e de sempre), podemos concluir então que Stan Lee é o meu herói, ou ao menos a personalidade/escritor vivo de que mais gosto. Até compartinho um sonho meu com vocês: tenho algumas figurinhas do Homem-Aranha e gostaria de que o Stan Lee as autografasse. Fica aí meu sonho para aqueles que quiserem me ajudar a realizá-lo ou zombar dizendo "Nunca vai conseguir!".
   Estive reparando algo nessas grandes celebridades que são adorados por uma legião de fãs e mesmo velhos não largam o barco. Eles trabalham com amor naquilo que fazem e procuram fazer o melhor, a fama é consequência de anos de carinho. Por isso que Orlando Drummond, Ian McKellen, Johnny Depp, Fernanda Montenegro, o próprio Stan Lee e outro autores (nacionais ou não) incríveis espalhados por aí são assim (citei esses por que são os que eu mais admiro). Reparei vendo alguns documentários e entrevistas deles que eles são apaixonados pelo trabalho e o fazem por diversão e/ou por paixão. Está aí a receita para o sucesso!
   Enfim, deixo esse post como homenagem ao "Excelsior Stan Lee" (como ele mesmo costuma assinar), dando meus parabéns e pedindo que Deus o abençoe por tudo e que te dê muita saúde e felicidade. Você mudou a vida de milhões de jovenzinhos (eu sou um deles) só de fazer aquilo que ama.
   Mudando de assunto, tudo ficou bagunçado com essas festas de fim de ano, mas estou tentando manter a disciplina. Ontem aproveitei para visitar um grande amigo, mas por coincidência (acho que pelo terceiro ano consecutivo) o visito no dia do aniversário de sua irmã e acabo ficando para uma espécie de festinha familiar. Devem achar que faço de propósito, mas juro que não me passa pela cabeça. Devo prestar mais atenção em datas! Sem a ajuda da agenda.
   Ainda estou meio gripado, com uma tosse seca de vez em quando. Acho que não é nada e passará logo. Estou tentando terminar minhas leituras para começar novas. Fui arrumar meus livros e reparei que somente os ingleses ocupam uma prateleira inteira, enquanto os brasileiros nem metade. Vou começar outros tipos de leitura que não seja britânica, indicaram-me a russa. Veremos!