quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

O Hobbit: a enrolação de Smaug

Um bom exemplo do porquê eu não posso ser pai de gêmeos, rs.
   Hoje de manhã, acordei com um pensamento diferente. E se eu tivesse um irmão gêmeo univitelino? Acho que seria muito legal ter alguém idêntico a mim. Isso me obrigaria a sair de mim, amar um eu que não sou eu. Também seria legal para aprontar algumas pegadinhas, (rs). 
Depois da aula fiquei jogando Uno com algumas amigas minhas, ganhei três das quatro rodadas. Mas o melhor de tudo foi rir bastante essas colegas. Pretendo levar jogos com mais frequência.
Li o número 41 da Marvel Ultimate e perdi minha paciência. O Miles Morales até que estava interessante, mas chega de tanta enrolação. Parece até um anime de tão enrolado que é. Não compro mais esse selo!
   Também fui assistir o filme O Hobbit: a desolação de Smaug. Acredito que pela fonte do título do blog, vocês já sabem que sou fã de O Senhor dos Anéis, por isso fiquei muito decepcionado com esse filme, sendo que o título anterior, O Hobbit: uma jornada inesperada, agradou-me bastante.
Achei o filme muito longo e monótono. Mesmo com toda a correria sem sentido, se pararmos para pensar, percebemos que não aconteceu nada de importante o filme todo. Confesso que teve um momento em que acabei cochilando de tanto tédio.
   O Peter Jackson vez umas mudanças bacanas na história. Mostrar o que o Gandalf fez (e que o Radagast devia fazer, mas apareceu e sumiu do nada) foi uma boa sacada. Mas o que ele fez com o Beorn foi imperdoável! O visual dele está péssimo e a cena do Gandalf chamando o enrolando com dois anões de cada vez (que era minha parte favorita no livro) fez muita falta. O pior de tudo foi esse romance de anão com elfo que me chateou bastante. A Tauriel, que não existe no livro, foi uma personagem muito bem construída, mas esse romance dela não desceu na minha goela.
   Como se não bastasse a monotonia, o filme não teve um fim. Acabou do nada! É claro que tudo ficará para o próximo, e último, filme da série. Peter Jackson tem família para sustentar, (rs). Pelo menos pude ver meu querido Ian McKellen arrasando como Gandalf, o cinzento. Cheguei a conclusão de que esse filme tem tanta enrolação que o Miles Morales tinha que estar nele. O jeito é esperar o terceiro filme e cair na armadilha tolkiniana deles. Vamos lá, paciência!